terça-feira, 31 de maio de 2011

APAE GUARULHOS: Vitória dos Professores

Depois de 22 dias em greve, professoras e professores da APAE GUARULHOS conquistam seu primeiro Acordo Coletivo de Trabalho. Resultado de muita luta, resistência, manifestações e várias rodadas de negociação, esse Acordo visa a regulamentação das relações de trabalho entre professores e representantes da APAE.
É preciso reconhecer o importante apoio da maioria dos pais e alunos da instituição que estiveram presentes nas manifestações, reuniões e assembleias para as quais foram convidados pelos professores.
Não podemos deixar de agradecer ao professor Celso Napolitano, presidente da FEPESP, por sua presença e relevante contribuição nas audiências realizadas tanto no TRT quanto no MPT que resultaram na celebração do Acordo Coletivo.

Para saber mais sobre o acordo coletivo, clique aqui.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

APAE Guarulhos: Professoras e Professores decidem pela GREVE.


Depois de frustradas todas as tentativas de negociação com os representantes da APAE de Guarulhos, as professoras e professores, reunidos em assembleia, decidiram por unanimidade paralisar suas atividades até segunda-feira (02/05/2011), na expectativa de que os representantes da instituição apresentem propostas que atendam às suas reivindicações. Nessa data será realizada nova assembleia a fim de decidir os rumos do movimento.Desde agosto de 2010, o Sinpro, atendendo as denúncias dos trabalhadores, tem procurado insistentemente dialogar com os representantes da APAE. Nesse período foram realizadas três reuniões na sede do Sinpro e uma Mesa Redonda na Gerência Regional do Trabalho em Guarulhos.Todos esses encontros, sobretudo a Mesa Redonda, foram pautados por questões relativas ao descumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho, entre elas, atraso no reajuste dos salários (2010), não pagamento de hora atividade, não pagamento de horas extras nem abono especial, não fornecimento de cestas básicas.A cada reunião novo compromisso por parte da instituição em apresentar proposta de regularização das pendências trabalhistas. Entretanto, diferentemente de propostas, apresentavam “explicações” na tentativa de justificar os motivos que levavam a entidade ao descumprimento da CCT.
Uma das “explicações” que vale a pena reproduzir diz respeito ao pagamento de hora atividade. A Srª Geni, presidente da APAE- Guarulhos garante, em documento por ela assinado, que o pagamento de hora atividade é desnecessário, pois nessa escola não se prepara aulas. Lamentável que a presidente de uma Escola de Educação Especial entenda tão pouco de questões inerentes ao processo educativo, como é o caso da importância de uma aula bem preparada.
Além dessa, outra “explicação” também documentada e desta vez assinada pela Procuradoria Jurídica da Federação das APAES do Estado de São Paulo traz mais um argumento descabido para justificar o descumprimento da CCT. Tal argumento refere-se à representação dos professores. A Federação, demonstrando desconhecimento das atividades desenvolvidas pela APAE – Guarulhos, afirma que sua atividade preponderante não é educação e, portanto os professores, ainda que constituindo categoria diferenciada, não são representados pelo Sinpro. Ora, se educação não é atividade preponderante na APAE Guarulhos, como explicar que entre aproximadamente 50 funcionários, 26 sejam professores e auxiliares? Como explicar ainda, a freqüência diária de 340 alunos?
As professoras e professores da APAE, em greve, aguardam respostas objetivas não apenas para essas questões, mas também para aquelas que os levaram a paralisar suas atividades. Enquanto as respostas não chegam a GREVE CONTINUA!

terça-feira, 12 de abril de 2011

quinta-feira, 7 de abril de 2011

FACULDADE TORRICELLI INSISTE EM DESRESPEITAR LEIS TRABALHISTAS


A Faculdade Torricelli se esmera em burlar a legislação trabalhista. Esse fato se demonstra pelas muitas manobras da mantenedora com o intuito de reduzir jornada, reduzir salário, efetuar pagamento por fora e, para agravar a situação, pagar fora do prazo previsto na Convenção Coletiva de Trabalho.
Desde o início do ano ocorreram atrasos em todos os meses e o pagamento, quando saiu, não foi acompanhado da multa devida. É importante destacar que essa prática consolida o princípio de precarização nas relações trabalhistas para garantir maiores lucros aos patrões.Outra questão grave na Torricelli é o impedimento sistemático da entrada de dirigentes sindicais, seja para conversar com os professores e professoras, seja para atualizar o quadro de avisos do sindicato que deveria estar disponível em cada uma das salas de professores.Apenas as instituições que desrespeitam a Convenção Coletiva de Trabalho impedem a entrada do Sinpro Guarulhos, pois temem que ao falarmos com os docentes esses problemas sejam apresentados e, por isso, desacomode o estado de coisas que assegura ao patronato desonesto a condição de aumentar a exploração dos trabalhadores.

Professor (a), é tempo de dar um basta aos abusos cometidos pela mantenedora ou em nome dela. Precisamos nos organizar para garantir o efetivo cumprimento de nossos direitos. Informe o seu sindicato sobre problemas trabalhistas. Sindicalize-se!



SINDICATO É PRA LUTAR!